Drops Trepa #3 – Futebol Feminino

“O Brasil é o país do futebol…. MASCULINO”, nos disse Ju Jodas, São Paulina, assídua dos gramados, torcedora antifa e mulher da arquibancada. Lançando críticas ao machismo como um todo, e particularmente no mundo do trabalho do futebol, nossa convidada especialíssima explora o sabotado ambiente das heroínas brasileiras do esporte bretão. Falamos da substituição nonsense da Emily Lima pelo Vadão, da incapacidade intelectual do Marco Aurélio Cunha (que acha que está em 1934), da terceirização dos times femininos, da libertadores feminina que tá rolando agora e que só dura 15 dias e de tímidos avanços conquistados graças a luta das mulheres. Já que a grande mídia brasileira mostra 90 ângulos do último gol do Neymar mas não dá uma linha pras mina, o trepa fala do Centro Olímpico, que com time feminino, ganhou dos boy tudo no sub 15 e também do maior público da arena Amazonas, do Iranduba feminino, que colocou mais gente que a média dos clubes machos da séria A. Ouvimos, também como sugestão da Ju, Issa Paz, que pede respeito ao rolê das mina e Flicts, punk esquerdoso com temas futebolísticos. RESPEITEM O FUTEBOL FEMININO.

 

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http://conversasdeboteco.blogspot.com.br/2017/10/a-revolucao-sera-feminista-ou-nao-sera_10.html?m=1

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  2 comments for “Drops Trepa #3 – Futebol Feminino

  1. Rafa C.
    20 de October de 2017 at 13:48

    Dae trepa! Aqui é o Rafael, companheiro da Rafaela que comentou no programa passado o/

    Muito bom o programa sobre futebol feminino. Aliás, os drops são sempre bons. Bem que podia rolar toda semana 😀

    Sobre o Marco Aurélio Cunha, queria acrescentar que acho ele muito parecido com o Parreira. Os dois dão entrevistas como se fossem estudiosos que sabem de tudo e só falam merda. Parece até que o Marco Aurélio aceitou o cargo de coordenador da seleção feminina pra seguir os passos do Parreira, ou seja, encostar em uma instituição corrupta como a CBF e gozar de todos os privilégios que isso oferece, sem ter nenhum interesse na melhora do futebol feminino. Inclusive renunciou o cargo de vereador pra isso (no podcast do Trajano ele falou sobre e deu uma explicação bem zoada).

    Além disso, em várias entrevistas o Marco Aurélio também fez o papel de defensor da CBF como o Parreira, que falava coisas como ‘a CBF é o Brasil que deu certo’. Só não sei dizer se o Marco Aurélio pinta uns quadros feios e traduz livro estrangeiro pra publicar no Brasil.

    Abraços!

  2. Paulo Lara
    22 de October de 2017 at 09:19

    ô Rafa! Valeu ae pela participação. Bem pensado o paralelo com o Parreira. Comentamos com a Ju que você contribuiu aqui e ela curtiu. Abração!

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