Trepa Muleke – 41

Nos feliz 200 anos do maior intelectual do operariado terrestre, e quiçá intergalático, está de volta o Trepa Muleke, batendo um papo sobre os caminhos da revolução. Começamos nos perguntando sobre que som Marx, se estivesse vivo hoje, ouviria. Tal questão não tem resposta fácil e reunimos desde uma análise aprofundada de sua obra até a recuperação de tretas de buteco do verdadeiro bom velhinho. Terminamos com um mix mais variado que as superestruturas de dominação do capitalismo. Então discutimos o papel, no cenário eleitoral, daqueles se colocam como os partidários da causa operária brasileira, e falamos sobre as resistências a uma articulação ampla das esquerdas nesse nosso cotidiano de anormalidades. Anticandidatura? Negar o processo? Aliança com o centro? Voltamos ao tópico fraude e eleições sem Lula e recolhemos os cacos da última discussão acalorada na redação. Falamos sobre o May Day da Manu, de foto-oportunidades distorcidas e de rebeldias comportadas. E apesar da Cambridge Analytics do passado, agora ressurgida como Emerdata (que vira um nome infame na nossa língua), os testes políticos de internet continuam arrebatando corações, tempo e atenção do internauta brasileiro. Falamos de obsessão por se auto-definir a partir de quizes e nos inquirimos “O Que Faria Marx?” frente a internet e seus erros. Decerto ficaria de queixo caído com a mais-valia da mais-valia contada no texto “A uberização da uber“, nossa dica de texto dos parceiros do Le Monde Diplomatique. Ao final, um merchan socialista da popular Cervejaria Forquilha.

 

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