Trepa Muleke – 46

R-E-S-P-E-C-T, já pedia Aretha Franklin, homenageada do programa e que nos deixou nessa semana passada. Respeito à lei, à inteligência e à vontade dos eleitores, à ONU, aos fatos, ao tempo por parte dos candidatos, tá tudo em falta. Mas não está em falta a análise abalizada do seu Trepa Muleke. Totalmente pegos na febre das eleições, falamos de debates, das estratégias eleitorais e do cenário nacional. Estaria Bolso finalmente derretendo, tendo que fazer colinha na mão e tomando pito da vovó Marina? O esporro que tomou no debate da Rede TV! (exclamação) foi dos poucos momentos memoráveis da peleja. Comentamos que tratar moleque como moleque, dando dura e colocando no lugar, talvez seja a melhor resposta para esse novo fascismo zuero. E aproveitamos para inaugurar o “programa da semana”, uma análise estético-conteudística-hermenêutica dos programas de governo. Começamos pelo Bolso mesmo, já que dar uma olhada nuns slides feitos pelo sobrinho trollador pareceu o caminho mais fácil. Foi uma verdadeira viagem ao reino da diagramação torta e da vírgula em lugar errado. Sobre o conteúdo, a conclusão é que lé não tem a ver com cré. Falamos também de ONU (deusa, louca ou feiticeira?) e das fake news do Sardenberg, que só gosta da ONU quando ela concorda com ele — quando não concorda ele chama de sub do sub. Discutimos também câmera, vigilância, o nazistinha da Unicamp e o crowdfunding de inteligência da polícia civil campineira. Como o Trepa não está no Facebook, está tranquilo quanto às rasteiras indiscriminadas da plataforma universal de tretas. Sendo assim se sente confiante para mandar quebrar a porra toda e consertar essa internet aí que já está bebendo óleo e soltando fumaça.

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  1 comment for “Trepa Muleke – 46

  1. mathaus
    21 de August de 2018 at 02:21

    o documentario da globo só pode ser falcatrua, “noticias de uma guerra particular” é muito mais profundo.

    55min de bolsonaro, minha nossa…

    esse cara é um embuste, existem muitas coisas aconteceram nós últimos 16 anos que explicam esse fenômeno, a mídia construiu pedagogicamente o sr.bolsonaro e seus minions ao logo dos anos com o a benção da “intelectualidade bacana” que amar o funk.

    provocação: acredito que muitos bolsominios são da área da tecnologia da informação.

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